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Casa Aprígio Gomes

Casa Aprígio Gomes

Foi mandada erigir em 1903 por José Aprígio Gomes, negociante lisboeta que fixou residência na Amadora. É uma das únicas moradias do início do Século XX que sobreviveu, a par com a Casa Roque Gameiro, às vagas de urbanizações dos anos 60 e 70.

Aquando da sua construção tinha uma vista esplêndida sobre o campo de aviação do Grupo de Esquadrilhas da Aviação da República – GEAR.

Atualmente, o edifício é propriedade da Câmara Municipal da Amadora e alberga a Galeria Municipal Artur Bual.

Horário: 3.ª feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 | Domingos, das 14h30 às 18h00
Aberto aos feriados

Está classificada como monumento de interesse municipal.

R. Luís de Camões, 2, Freguesia da Venteira

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Aqueduto Romano

Aqueduto Romano

O Aqueduto Romano da Amadora tem sido referenciado por diversos autores, sendo a primeira referência conhecida de 1684, numa carta de Francisco d’Holanda dirigida ao rei D. Sebastião, utilizando como exemplo a obra dos Romanos.

À época, Lisboa era uma cidade cujo abastecimento de água era deficitário e tal como os Romanos tinham feito, sugeria-se que se construísse um Aqueduto que suprisse as necessidades então existentes.

Em 1979, o Aqueduto foi identificado no troço sul, situado junto do Bairro da Mina. Nesse mesmo ano, iniciaram-se os trabalhos arqueológicos que se prolongaram pelo ano seguinte, tendo sido identificados os troços mais bem conservados para se poder determinar a sua estrutura e forma.

Aqueduto Romano

Pela implantação do Aqueduto não restam dúvidas que tem origem na Barragem Romana situada no vale da Ribeira de Carenque ao km 16,423 da EN 250. O Aqueduto teria então a sua origem na Barragem Romana situada no vale da Ribeira de Carenque, no Município de Sintra, parecendo indicar que seguia para Olisipo (Lisboa Romana), num trajeto semelhante ao Aqueduto das Águas Livres, que foi construído no Século XVIII (1731), por decreto de D. João V.

Na Amadora, o último ponto conhecido do Aqueduto dista apenas 1200 m da Villa romana da Quinta da Bolacha, na freguesia da Falagueira-Venda Nova. Nesta estação, foram identificados numerosos vestígios de canalizações de chumbo, caleiras de alvenaria e fundos de tanque.

Embora o caudal pareça ser excessivo para abastecer uma Villa, comparando com outras construções romanas, tudo parece indicar que o destino final seria uma localidade com uma população como a de Olisipo.

Existem várias hipóteses de percurso, mas nenhum dado confirma integralmente qualquer delas, resta esperar por mais provas materiais que permitam esclarecer qual o destino final da água que este aqueduto transportava.

O Aqueduto está em vias de ser classificado como imóvel de interesse público.

Freguesia da Mina de Água

Fonte: CMA

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Aqueduto Geral das Águas Livres

Aqueduto Geral das Águas Livres

O Aqueduto Geral das Águas Livres foi mandado construir por decreto de D. João V, em 1731. No ano seguinte, tiveram início as obras de construção do Aqueduto, que viriam a ser terminadas em meados do Século XIX, devido à sua grandiosidade e extensão.

Estamos perante uma obra impressionante da engenharia portuguesa do Século XVIII, cujo troço principal tem cerca de 14 km, 8 dos quais no Município da Amadora, encontrando-se aqui os Aquedutos Subsidiários mais importantes. Na Amadora, o Aqueduto tem maior visibilidade na Freguesia das Águas Livres onde forma 19 arcos, o mais alto tem 18 metros de altura e 8,5 metros de vão, constituindo um dos percursos mais bonitos do Município.

Quanto à sua tipologia, é considerado uma obra de arquitetura civil pública, barroca e neoclássica.
O Aqueduto teve como função principal suprir as carências de água na Capital.

Pelo Decreto n.º 5/2002, de 19 de fevereiro, foi classificado, na íntegra, como Monumento Nacional, o Aqueduto das Águas Livres, seus aferentes e correlacionados, que se localizam, entre outros, no Município da Amadora, nas seis freguesias do município.

 

Mães d’Água

Diversas Mães d´Água fazem parte integrante do Aqueduto Geral das Águas Livres. A mais monumental, que se localiza no Município da Amadora, é a Mãe d´Água Nova, que marca o início do Aqueduto Geral das Águas Livres no Município.

A Mãe d’Água Nova tem 17 metros de altura desde o fundo da câmara interior até à base da lanterna e 5 metros de profundidade, onde se pode aceder por uma escada de 29 degraus em meia circunferência no interior. Por fora, a claraboia tem forma octogonal. A meio da escada, de lado, numa concavidade na rocha está a nascente desta Mãe d’Água, cujo líquido corre por uma calha separada até se encontrar com o Aqueduto da Mãe d’Água Velha, localizada no Município de Sintra.

Está classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 5/2002, de 19 de fevereiro.

Estrada Nacional 250

Fonte: CMA

 

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Recreios da Amadora

Recreios da Amadora

Desde 1914, espaço de encontro e encanto da cidade com artistas e pensadores. Polo produtor e difusor das artes do espetáculo, nos Recreios da Amadora estrearam produções do Quórum Ballet, Teatro dos Aloés e também os primeiros passos da Orquestra Geração.

Por aqui se cantou o fado, tocou o Jazz e se homenageia José Afonso, num palco onde já atuaram Teresa Salgueiro, Jorge Palma, Sérgio Godinho, Helder Moutinho, Rita Guerra, Paulo de Carvalho, Vitorino, Fernando Tordo, António Chainho, UHF, Ricardo Ribeiro, Deolinda ou Carlos Bica.

Os Recreios da Amadora funcionam como um espaço cultural, atuando como polo produtor e difusor de cultura, nomeadamente nas áreas do teatro, dança, música, cinema e comemorações dirigidas a sensibilidades diversas e grupos etários distintos. Integram ainda cerimónias/atos institucionais (da responsabilidade da autarquia e das Juntas de Freguesia) e atividades do movimento associativo local, entre outras.A fachada dos Recreios da Amadora está classificada como Imóvel de Interesse Municipal (publicado no Boletim Municipal de 17 de abril de 2006).

 

Horário da Bilheteira:

Ingressos à venda em www.ticketline.sapo.pt e/ou no local duas horas antes do início dos espetáculos.

Para mais Informações: +351 214 369 055 ou cultura@cm-amadora.pt

Toda a programação e horários podem sofrer alterações sem aviso prévio
Todas as atividades de exterior estão condicionadas às condições climatéricas
Não se fazem reservas de ingressos

Acessibilidades:
• Auditório dispõe de 4 lugares reservados a pessoas com mobilidade reduzida e 4 lugares para respetivos acompanhantes;
• WC adaptado p/ espetadores com mobilidade reduzida;
• Elevador de acesso ao Salão Nobre

Transportes, Táxis e Parque público de estacionamento:
Comboio da CP: Estação da Amadora – Linha de Sintra – Lisboa
Autocarros Carris Metropolitana:
1502 – Algés (Terminal) – Amadora (Estação Sul), via Linda-a-Velha
1712 – Algés (Terminal) – Amadora (Estação Sul)
1714 – Amadora (Estação Sul) – Belém (Estação)
Táxis (Praça de táxis a 100 mts.)
Parque público de estacionamento (a 20 mts.)

 Rider Técnico do Auditório dos Recreios da Amadora

 Stage / Audience Plot do Auditório dos Recreios da Amadora

 Código Regulamentar do Município da Amadora

 Tabela de Taxas e Outras Receitas Municipais / Tabela de Tarifas do Município da Amadora / Tabela de Taxas Urbanísticas

 

Endereço:

Av. Santos Mattos, 2 – Venteira – 2700-748 Amadora

Telefones:

+351 214 369 055

 +351 214 927 180
Fonte: CMA
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Museu da Amadora

Museu da Amadora

O Museu Municipal de Arqueologia foi criado em abril de 1998 como uma estrutura polinucleada evolutiva, constituída, na sua origem, por um núcleo sede e pelo Núcleo Monográfico da Necrópole de Carenque, e incluía nas suas valências a Reserva de Materiais Arqueológicos e o Laboratório de Conservação e Restauro.Um dos principais objetivos da criação deste Museu prendia-se com a entrega das coleções recolhidas pela ARQA – Associação de Arqueologia e Proteção do Património da Amadora, ao longo de 40 anos de trabalhos arqueológicos, no território do Município da Amadora, ao então GAU – Gabinete de Arqueologia Urbana, dada a sua dimensão e importância.Como objetivo subjacente, estava a divulgação desse mesmo património arqueológico, bem como a necessidade de um trabalho de investigação sistemático e permanente.

Com a abertura ao público do Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira, em 2008, foram transferidas todas as valências do Museu para este espaço, à exceção do Laboratório e Reservas, passando o primeiro a Núcleo Sede.

As características do Núcleo sede do Museu, bem como a sua inserção no espaço, abriram desde o início novas perspetivas de estudo do território e diversificação das temáticas além da arqueológica.

As áreas de atuação do Museu começaram, logo nos primeiros anos de atividade, a incidir nos estudos de história local, à sua investigação e divulgação cujas balizas cronológicas vão desde a Pré-História antiga ao século XX e no inventário do património arquitetónico, cultural e material, bem como na recolha de testemunhos e memórias.

Desde então, e com o contacto direto e permanente com o público/munícipes, que têm enriquecido o acervo do Museu com fotografias, objetos do quotidiano e as suas memórias, que marcaram o século XX da Amadora, levou ao repensar do papel do Museu Municipal de Arqueologia e ao objetivo primeiro da sua criação, que passou acima de tudo a ser um museu que estuda e investiga o seu território, desde a primeira ocupação humana, nele reconhecida, até ao terceiro quartel do século XX.

Neste sentido, em março de 2023, o Museu Municipal de Arqueologia passou a designar-se Museu da Amadora, contemplando, além do Núcleo Museológico do Casal da Falagueira – núcleo sede e do Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque, também o Núcleo Museológico do Moinho do Penedo, as Reservas Culturais e a Casa Roque Gameiro.
Tem como missão: Estudar, investigar, recolher e conservar testemunhos materiais e memórias, com o intuito de dar a conhecer o património histórico e cultural do Município da Amadora e a sua relação com o território envolvente contribuindo para a criação de laços de identidade e pertença, com o território e o seu património.

Objetivos gerais do Museu da Amadora:
– Investigar a história da Amadora a partir dos dados obtidos nas intervenções arqueológicas, na pesquisa documental e na recolha de testemunhos de vivências, memórias e tradições orais;
– Disponibilizar a diferentes públicos a informação recolhida no decurso da investigação;
– Conservar e preservar o património histórico e arqueológico do município da Amadora, pela recolha e integração de acervos e sua divulgação pública; pela recolha de testemunhos e memórias; pela concretização de exposições regulares de caráter temporário e de longa duração; pela realização de oficinas com enfoque no público escolar do município, de visitas temáticas orientadas e de ações de formação de temática patrimonial;
– Incorporar, na sua estrutura polinucleada, sítios arqueológicos e património edificado representativo das diferentes formas de ocupação do território.

No que concerne à sua vocação ela corresponderá ao estudo e divulgação da ocupação humana do atual território do município da Amadora, desde a pré-história ao século XX, pela valorização dos bens materiais e imateriais constituintes do seu acervo e a incorporar.

Quanto à sua visão, o Museu da Amadora pretende ser o lugar de referência onde o passado (o seu património material) e o futuro (a sua população e as dinâmicas da cidade) se conciliam.


Endereço:

Núcleo Museológico do Casal da Falagueira – Núcleo Sede: Parque Aventura,

Beco do Poço – Falagueira-Venda Nova – 2700 Amadora

Telefones:

+351 214 369 090

Fonte: CMA

 

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