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Quinta do Assentista

Quinta do Assentista

É uma Quinta do Século XVIII (1746) que em tempos foi também conhecida como Quinta dos Intendentes.

Do seu conjunto, destaca-se a majestosa entrada ornada por uma pequena cartela onde se pode ler a data de 1746, contendo por cima um frontão barroco. No centro encontra-se um nicho com uma estátua de Nossa Senhora da Saúde, enfeitada com uma grinalda de anjos e no alto ergue-se uma cruz sobre um monte Gólgota em miniatura, onde se pode ver a porta do Santo Sepulcro.

A decoração sóbria da Quinta é característica da casa típica do Século XVIII.

No jardim existe grande variedade de espécies vegetais, destacando-se as áleas cobertas que formam originais jogos de sombra e luz.

A Quinta do Assentista conserva, ainda, os tanques de rega, uma aerobomba, fontes e bancos de repouso, bem como o edifício da capela particular.

Da história da quinta pouco se sabe. No fim do Século XIX, foi leiloada por Manuel Junqueira Patrone, por nove contos e adjudicada a António Wenceslau da Silva. Em 1920, foi arrendada a uma das figuras mais marcantes da Amadora na época, o médico e político, professor João de Azevedo Neves.

É propriedade particular.

R. Elias Garcia, 116, Freguesia da Falagueira-Venda Nova

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Villa Romana da Quinta da Bolacha

Villa Romana da Quinta da Bolacha

Esta Villa foi descoberta em 1979 durante uma prospecção ao percurso do Aqueduto Romano da Amadora.

Villa situa-se nos terrenos a sudoeste da bifurcação entre as Estradas da Serra da Mira e da Brandoa, imediatamente antes de São Brás (para quem faz o percurso em direção ao centro da Cidade).

Insere-se numa zona de construções tradicionais que são um testemunho de um dos núcleos de povoamento mais importante e antigo da região: a Aldeia da Falagueira, que concentra quase toda a memória arquitectónica e arqueológica do que foi o território rural do Município da Amadora. A ocupação da zona envolvente da Villa Romana da Quinta da Bolacha remonta à Idade do Cobre.

Supõe-se que no Século II da nossa era já existisse uma Villa Romana, de acordo com os materiais recolhidos nos contextos de revolvimento identificados nas intervenções arqueológicas que decorrem desde 1997, inicialmente da responsabilidade do Gabinete de Arqueologia Urbana, e desde 1999, do Museu Municipal de Arqueologia.

No entanto, as estruturas postas a descoberto durante estes trabalhos, foram construídas no século III e remodeladas no século IV, tendo sido ocupadas até meados daquele século.

Graças aos trabalhos arqueológicos desenvolvidos pela equipa do Museu Municipal de Arqueologia, em colaboração com a ARQA – Associação de Arqueologia da Amadora, estudantes da Licenciatura de Arqueologia da Universidade Nova de Lisboa, Jovens do Programa Férias na Cidade e voluntários, foi possível confirmar a associação do sítio do Moinho do Castelinho, como necrópole desta villa, contando com quase 3 dezenas de sepulturas identificadas.

O Museu Municipal de Arqueologia efetua visitas guiadas ao local, destinadas a grupos e escolas do/ou fora do Município, mediante marcação prévia para o telefone 214 369 09.

Villa romana da Quinta da Bolacha foi classificada como Imóvel de Interesse Público, pela publicação da Portaria n.º 740-DI/2012, no Diário da República, 2.ª série — N.º 248 — 24 de dezembro de 2012.

Freguesia da Falagueira-Venda Nova

Fonte: CMA

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Fachada da Moradia Neorromântica

Fachada da Moradia Neorromântica

Situada na Rua Elias Garcia, n.º 280, a moradia Neorromântica, inicialmente designada de “Chalet Desideria”, de acordo com o nome da sua proprietária, foi mandada construir entre 1910 e 1911 e é da autoria de Guilherme Eduardo Gomes.
Trata-se de um edifício de inquestionável valor histórico, patrimonial e arquitetónico, determinante de uma época marcante para a construção da Amadora.

Possui planta quadrangular de dois pisos e águas furtadas, com paredes de aparelho rústico no piso inferior e de tijolo de burro no piso superior rebocado a argamassa ordinária, com cobertura de quatro águas em telha Marselha, as cornijas são executadas em reboco.

A fachada principal destaca-se dos restantes alçados pela presença de composições ornamentais dos vãos que se apresentam profusamente enquadrados e decorados por elementos de cantaria; e frisos de azulejos de padrão com motivos florais a tons de roxo que se encontram na fachada do piso superior e na das águas furtadas.
A entrada da casa encontra-se a uma cota superior à da rua dada a presença de um muro de guarnição de pilares de cantaria interligados a uma armação de ferro, que a sobre-eleva, onde se encontram dois portais de acesso, executados, à semelhança dos outros vãos, em cantaria, rematados por portas de ferro.

 

R. Elias Garcia, Freguesia da Mina de Água (perto da Casa do Infantado/Palácio da Porcalhota)

Fonte: CMA

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Chafariz da Porcalhota

Chafariz da Porcalhota

Em 1773, os habitantes da Porcalhota e da Falagueira já ambicionavam ter abastecimento de água que os servisse. Assim, por ocasião da construção do Aqueduto Geral das Águas Livres na zona da Falagueira, apareceu no seu alicerce uma pequena nascente. A par dos anseios da população, a Câmara Municipal de Lisboa mandou aproveitar a nascente e construiu-se uma bica de pedra que saía da própria parede do Aqueduto com um tanque para utilização pública.

Os habitantes da vizinha Porcalhota tentaram também que a água fosse levada para um local mais próximo e central, pelo que solicitaram à Câmara que a água fosse conduzida até à Estrada Real de Lisboa-Sintra e aí se construísse um chafariz. Tal não era possível, assim os Poderes Públicos resolveram mandar construir a projetada bica na Falagueira.

No entanto, só a 20 de julho de 1849 é que a Câmara deferiu o pedido dos habitantes locais.Chafariz da Porcalhota

O chafariz, com duas bicas, foi construído em 1850 no cruzamento da Estrada da Falagueira com a Estrada Real de Lisboa-Sintra, atual Rua Elias Garcia. No dia da sua inauguração, 29 de outubro, estiveram presentes o Mestre Geral das Águas Livres, o Fiel do Partido do lugar, o Fiel de D. Maria, o escrivão do juiz eleito e os habitantes locais.

Às 12.25h começou a correr a primeira água, acompanhada do lançamento de foguetes e da alegria da população.

Nos anos 60, o Chafariz foi transferido para a Estrada da Falagueira onde se encontra atualmente.

Estrada da Falagueira, Freguesia da Falagueira-Venda Nova

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Casa Roque Gameiro

Casa Roque Gameiro

Foi construída no alto da Freguesia da Venteira entre 1898 e 1901. Esta vivenda foi edificada para habitação do pintor aguarelista Alfredo Roque Gameiro e da sua família, num local outrora isolado, situado a alguma distância do caminho de ferro da Porcalhota, onde se desfrutava de uma bela vista de campos lavrados que se estendiam por largos quilómetros em seu redor.

A casa comporta um notável conjunto de azulejos com características singulares, encontrando-se todo o interior do piso principal revestido com lambris de azulejos brancos, dois medalhões representando alegorias à aguarela e litografia, técnicas de expressão plástica a que Roque Gameiro se dedicou. Um dos conjuntos mais interessantes é o da sala de jantar da família com um padrão de azulejos da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, com temas naturalistas.

As opções estéticas patentes na Casa denotam uma influência direta dos ideais nacionalistas partilhados por intelectuais e políticos da Geração de 90 do Século XIX.

A Casa Roque Gameiro encontra-se aberta ao público, podendo ser visitadas algumas das salas de habitação da família Roque Gameiro, bem como as exposições temporárias patentes nos dois pisos inferiores do edifício.

A Casa Roque Gameiro foi classificada como Monumento de Interesse Público, pela publicação em Diário da República de 2 de novembro de 2012.

Está aberta ao público no seguinte horário:
3.ª feira a sábado, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Domingo, das 14h30 às 17h30
Encerra 2.ª feira
Aberto aos feriados

Pct. 1.º de Dezembro, 2, Freguesia da Venteira

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