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Capela da Falagueira

Capela da Falagueira

A construção da Capela da Nossa Senhora da Lapa, conhecida por Capela da Falagueira, foi autorizada por Provisão do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Francisco I, em 15 de novembro de 1759, e foi aberta ao culto em agosto de 1760.

 

Esta Provisão surge no seguimento de uma petição feita pelos habitantes dos lugares da Porcalhota, Reboleira, Falagueira e outros, que pretendiam erigir uma ermida na Porcalhota.

A partir de 1958, após a sagração da nova Igreja Matriz, construída na Venteira, a Capela da Falagueira deixa de ser a única capela pública da região.

A Capela tem apenas um altar, onde se pode observar uma imagem de Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Em 1997 foi restaurada, processo que veio devolver a importância e a dignidade ao local.

Estrada da Falagueira, 12 D, Freguesia da Falagueira-Venda Nova

 

Fonte: CMA

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Necrópole de Carenque

Necrópole de Carenque

A Necrópole de Carenque é constituída por três sepulcros coletivos (designados de I, II e III, contando de Este para Oeste) escavados nos afloramentos calcários do Tojal de Vila Chã, entre Carenque e os Moinhos da Funcheira.

Estes sepulcros, descobertos e escavados em 1932 pelo arqueólogo Manuel Heleno, então Diretor do Museu Etnológico do Dr. Leite de Vasconcellos, atual Museu Nacional de Arqueologia, revestem-se de grande interesse para a compreensão da nossa pré-história, tendo sido construídos no final do IV milénio, início do III milénio, e reutilizados no final do III milénio.

Necrópole de CarenqueO conjunto de sepulturas, designadas Grutas Artificiais, por terem sido escavadas na rocha, integram-se numa tradição cultural funerária mediterrânica, evidenciando também características próprias numa região que coincide, grosso modo, com o estuário do Tejo.

Desde 1936 que a Necrópole de Carenque se encontra classificada como Monumento Nacional (Decreto n.º 26 235 de 20/01/1936).

Objetivos específicos do Núcleo museológico da Necrópole de Carenque
– Testemunhar a ocupação pré-histórica da Amadora;
– Valorizar e dar a conhecer o património arqueológico nacional;
– Constituir ponto de partida para o conhecimento da presença de populações da pré-histórica recente, através dos espaços de vida e de morte.

Horário de Funcionamento:
Verão – sábados das 14h00 às 18h00 e domingos das 09h00 às 14h00
Inverno – sábados das 13h00 às 17h00 e domingos das 10h00 às 15h00

A entrada é gratuita.

Carenque, Freguesia da Mina de Água

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Quinta do Outeiro

Quinta do Outeiro

Esta quinta situada na Freguesia das Águas Livres, é também conhecida por Quinta de Nossa Senhora dos Prazeres.

O imóvel distingue-se pelo seu valor arquitetónico e pela decoração interior, com destaque para um conjunto fabuloso de azulejos com cenas campestres que datam dos anos 1760-1770, bem como a capela e todo o edifício primitivo datados de 1720. A capela, dedicada a Nossa Senhora dos Prazeres era o local onde anualmente se festejava (na segunda-feira depois de domingo de Páscoa) o orago, como missa cantada e sermão seguidos de um grande arraial.Quinta do Outeiro

Quanto à ermida foi toda remodelada, por ocasião das obras de ampliação da casa, e redecorada ao gosto da época no espírito de transição entre o barroco e o novo estilo neoclássico. O altar é trabalhado em talha dourada e sobre ele, ao lado de colunas caneladas, veem-se os anjos de estilo quase rocócó. No teto em estuque pode ver-se a representação da Assunção de Nossa Senhora.

De acordo com o Padre Álvaro Proença, em 1764, a quinta era designada “Quinta do Capitão do Outeiro” e esteve sempre a cargo de caseiros. Em 1765, o capelão da ermida é o Padre Manuel Fernandes Trigo que por sua vez também administrava a casa e os criados. Cerca de 1769, o caseiro é um italiano, Hierónimo André. Nos anos seguintes, são os capelães que administram a casa, depreendendo-se que os donos só iriam à Quinta em temporadas de verão, como era tradição do Século XIX. Em 1811, a Quinta pertencia a Francisco José Maria de Brito. Anos mais tarde, é adquirida por um antepassado da Família Canas da Silva, da qual os atuais donos descendem.

Devido à construção da Radial da Buraca, do conjunto original que a compunha, resta apenas a casa solarenga, a capela e alguns edifícios.

É propriedade particular.

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Portas de Benfica

Portas de Benfica

Situam-se na velha Estrada da Circunvalação Fiscal de Lisboa, no limite dos Municípios de Lisboa e Amadora. Pela sua localização e estética, estes edifícios adquirem, de alguma forma, o estatuto de ex-libris da entrada no Município de Lisboa.

Trata-se de edifícios de arquitetura revivalista, datados do início do Século XX. Formam um conjunto de oito torreões, ligados quatro a quatro por paredes com portas e janelas. Entre os dois grupos de quatro torreões fica a “porta” por onde circula o trânsito entre as duas Cidades.

As Portas de Benfica integravam um sistema de controlo das entradas de mercadorias na Cidade e de cobrança do imposto designado por Real da Água e dos direitos de consumo sobre os géneros alimentares vendidos na Capital fazendo parte da Alfândega Municipal, criada em Lisboa, em 1852, para fiscalizar os direitos de trânsito para a Cidade. O designado “imposto de barreiras” era aplicado a todas as viaturas, mercadorias e pessoas.

A circunscrição fiscal foi abolida em 1922, pela lei n.º 1368 de 21 de setembro, que extinguiu o imposto do real de água e os direitos de consumo, que se cobravam nas “barreiras” de Lisboa.

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Parque Delfim Guimarães

Parque Delfim Guimarães

Este Jardim-Parque foi inaugurado pelo Presidente da República, General Óscar Carmona, em 27 de julho de 1937. O Parque recebeu a designação de Delfim Guimarães como homenagem ao homem que muito lutou pela Amadora.

Com uma pérgola central, apresenta um desenho de conjunto equilibrado e uma componente arbórea de grande valor paisagístico, constituindo um ponto de referência e um espaço de lazer aprazível.

Está classificado como imóvel de interesse municipal.

Situa-se entre a R. Elias Garcia e a Av. da República, Freguesia da Venteira

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