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Palácio/Quinta dos Condes da Lousã

Palácio/Quinta dos Condes da Lousã

Localizado na freguesia das Águas Livres, o imóvel dominou em tempos um vasto território, na então aldeia da Damaia, encontrando-se atualmente rodeado por uma urbanização dos anos 60.

A construção do edifício data do Século XVIII, tendo o corpo central da fachada norte sido restaurado no Século XIX. Trata-se de uma casa de campo típica da região lisboeta, com reboco cor-de-rosa e pilastras de pedra que possuía uma capela particular cujo orago era a Nossa Senhora da Conceição.

Do seu conjunto destacam-se os múltiplos telhados que compõem o edifício e os conjuntos de painéis de azulejos.

Da sua história, sabe-se que em 1813 a quinta era habitada apenas pelos caseiros e que, na primeira década do Século XX, viveu lá o Padre Himalaya, famoso pelas suas invenções.

Em 2003, a Câmara Municipal da Amadora adquiriu o imóvel, com o objetivo de assegurar a sua preservação.

A Quinta dos Condes da Lousã foi classificada como Imóvel de Interesse Público, pela publicação em Diário da República de 24 de dezembro de 2012.

R. Carvalho Araújo, Freguesia das Águas Livres

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Moinho da Quinta Grande

Moinho da Quinta Grande

O Moinho da Quinta Grande está situado no topo da elevação da Quinta, em Alfragide, junto de um miradouro e foi recuperado pela autarquia.

Um outro moinho, que se localizava a poucos metros deste foi alvo de uma intervenção arqueológica, em 1993, e em 1997 de uma publicação municipal, O Moinho de João Vieyra da Silva. O estudo efetuado no âmbito desta publicação refere a existência, em 1901, de 63 moinhos no território municipal. Deste número, apenas 15 estavam ativos, encontrando-se os restantes em ruínas ou devolutos.

O Moinho da Quinta Grande fez parte de um conjunto de 7 moinhos que ocuparam esta elevação e que, em 1901, ainda mantinha 4 em atividade, incluindo este.

Freguesia de Alfragide

Fonte: CMA

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Igreja Matriz da Amadora

Igreja Matriz da Amadora

Situada na Freguesia da Venteira, nos terrenos que ladeiam a Rua 1.º de Maio, a Igreja Matriz da Amadora é um templo moderno, constituindo-se atualmente como o principal local de culto católico da Cidade, com capacidade para cerca de 2 500 pessoas.

Do historial da Igreja, merecem referência as seguintes datas: no dia 30 de dezembro de 1956, procedeu-se à bênção da primeira pedra, pelo Cardeal D. Manuel Cerejeira; nos dias 11 e 12 de julho de 1958, foi sagrada pelo Cardeal Patriarca, coadjuvado pelo Sr. Arcebispo de Mitilene, D. Manuel dos Santos Rocha, pelo Sr. Bispo de Febiana, entre outros. No dia 13 de julho de 1958 a Igreja Matriz da Amadora abriu as portas ao público.

Aqui podemos observar imagens de Santo António e da Nossa Senhora de Fátima, destacando-se ainda o belo sacrário.

A Igreja tem como padroeira a Nossa Senhora da Conceição.

Pç. da Igreja, 28/31, Freguesia da Venteira

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Palácio da Porcalhota

Palácio da Porcalhota

É um edifício datado do Século XVIII, também conhecido por “Palácio da Porcalhota”.

Por ali terão passado funcionários da Corte, que procuravam um local para repousar e uma estrebaria para tratar as montadas, quando seguiam viagem para os Palácios de Queluz, Mafra ou Sintra.

É também designada Casa do Infantado por ter sido, provavelmente, uma das propriedades pertencentes aos bens da Casa do Infantado, herdadas após a Restauração, em 1640, pelos segundos filhos reais, que foram confiscadas a fidalgos considerados traidores.

Em 1982, funcionava ali o Quartel da Guarda Republicana e Escola Oficial. Atualmente, uma parte do edifício acolhe o Externato Verney.

Está classificada como imóvel de interesse municipal.

R. Elias Garcia, 278, Freguesia da Mina de Água

Fonte: CMA

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Casa da Ordem de Malta ou Casal da Falagueira de Cima

Casa da Ordem de Malta ou Casal da Falagueira de Cima

Atualmente denominado Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira, é um casal quinhentista de grande interesse histórico, arquitetónico e arqueológico, onde se destaca o edifício de alvenaria de pedra calcária, com dois pisos.

O primeiro piso remonta ao Século XVI/XVII. Sabe-se que entre os Séculos XVII/XVIII o edifício foi ampliado. O Casal da Falagueira de Cima pertenceu à Ordem de Malta, facto que é testemunhado pela implantação de marcos com a cruz da Ordem, um dos quais encastrado na estrutura do Casal.

Apesar dos resultados obtidos na escavação arqueológica que decorreu em 1993, sob a responsabilidade da Câmara Municipal da Amadora, pela análise documental, verifica-se a existência de um Casal na Falagueira já no ano de 1220.

Está classificado como imóvel de interesse municipal.

Horário: 3.ª feira a sábado, das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, e domingos, das 14h30 às 17h30. Encerra à 2.ª feira e feriados.

Parque Aventura, Beco do Poço, Freguesia da Falagueira-Venda Nova

Fonte: CMA

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